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O caminho de Emaús.

 

     Emaús é um povoado que ficava a poucos quilômetros de Jerusalém. Assim que ocorreu a crucificação de Jesus, alguns discípulos estavam percorrendo esse trajeto entristecidos. Acontece que no caminho encontraram um homem que se colocou a falar com eles. Notando a tristeza dos discípulos levou os mesmos a refletir sobre fé, esperança. Até que os mesmos perceberam que se tratava de Jesus, o próprio. Como se deu isso? Se Jesus havia sido crucificado? Nesse ponto convido você a certificar essa passagem em Lucas, cap. 23, 14. Obviamente entramos na esfera da fé. Não eu não sou nenhum religioso e nem tenho teologia, mas tenho alma e um caminho percorrido. Utilizei essa citação Bíblica não para anunciar um dogma e nem religião. Porém para chamar atenção a essa metáfora linda e profunda contida aqui: quando caminhamos sozinhos, pensamos não haver mais ninguém para nos auxiliar, ajudar. Jesus se faz presente ao nosso lado. Nos amparando e nos mostrando a melhor direção. Quem seria Jesus para nós? A sabedoria, a escolha correta. A esperança de um dia melhor. A presença de Deus.

     A solidão no caminho de Emaús existe. O deserto pessoal é constante. Entretanto, se você, eu,  nós,  prestarmos bem atenção, aquele desconhecido ilustre que está bem ao seu lado, pode ser o instrumento que Deus utiliza para seu crescimento, para sua vitória pessoal. Se olhar com cuidado verá que a solidão é um pretexto que a vida dá para nosso crescimento. Afinal nascemos sozinhos e teremos que arcar com a responsabilidade do nosso crescimento por nós mesmos. Mas assim como em Emaús, o caminho pode não ser tão solitário assim… por mais difícil que seja…

 

Observação:  Se você quiser ler o texto sob a ótica da fé é uma possibilidade, mas o texto é uma metáfora para ser usada por todos, independente de dogmas ou não. Obrigado pela leitura!!

Marcelo Luiz – Professor.